Elei��o 2026: Leitores opinam sobre a mobiliza��o digital no contexto eleitoral

Elei��o 2026: Leitores opinam sobre a mobiliza��o digital no contexto eleitoral

Achei a mobilização digital nas eleições de 2018 e de 2026 tóxica e permeada por fake news. O ideal é que houvesse uma campanha limpa e propositiva, usando as redes para apresentar fatos concretos e propostas de governo, não insinuações e sensacionalismos. Edgar Rodrigo Souza de Albuquerque (Parnamirim, RN) Vejo excessiva desinformação e manipulação por parte de influenciadores. É preciso que as lideranças sejam honestas. Regina Celly Freire Noronha (Brasília, DF) Gigantesca, mas, em contexto geral, vergonhosa devido a postagens com ofensas em ambos os lados. Lideranças devem atuar de forma limpa e incentivar o combate à desinformação. Valtenyr Junior (Morrinhos, GO) A mobilização digital neste ano foi um marco! Foi por meio das redes digitais que o povo conseguiu se unir e se conectar. O resultado desse movimento foi uma grande mudança no Brasil, que agora está influenciando outros países. Pudemos ver a nação motivada. É preciso que as lideranças políticas atuem com respeito, pensando no bem coletivo e reconhecendo as vitórias alheias. Leia Rodrigues Vaz (Manaus, AM) A importância do engajamento social nas mídias digitais favoreceu não só o combate às fake news, mas também a divulgação de notícias feitas por órgãos competentes. Isso ajudou a reflexão das propostas dos candidatos. Ouvir verdadeiramente os anseios da população em geral, do rico ao pobre, do empresário ao trabalhador CLT, é o que devem fazer as lideranças. Vânia Ribeiro Ferreira (Florianópolis, SC) Por um lado, vejo que o bolsonarismo (dentro e fora das eleições 2026) se vale de uma série de artimanhas para desinformar com notícias falsas, agitando e separando a sociedade com ataques e ideias distorcidas. A mobilização digital que favoreceu a reeleição de Lula foi mais inclusiva e responsável, apelando para a sensibilidade e a força coletiva. Isso inclui e deve incluir a reavaliação dos problemas do governo Lula, intensificar o diálogo e a escuta, dispensar o egoísmo e melhorar a vida de todos! Ana Paula Caldas (Campos, RJ) Apesar de eu considerar cafona a forma de a nossa classe média lidar com a eleição, com a sua necessidade de participar de algo —vide as gritarias nos condomínios durante os debates e a apuração de votos—, reconheço a relevância desse envolvimento. Entendo também que ajude a fortalecer essa complexa forma de governo. E, indiscutivelmente, a representatividade foi atendida em ambos os lados. Philippe Alves Estanislau (Rio de Janeiro, RJ) Foi necessária e urgente a articulação online. O PT demorou muito a tomar uma atitude diante do avanço das fake news da extrema direita! É preciso atuar em todas as frentes: nas ruas e nas mídias. Josete Lima dos Santos (Taboão da Serra, SP) Maravilhosa mobilização! A esquerda finalmente saiu do ostracismo. As lideranças devem atuar assim, dando ouvido às redes sociais. Leandro Maia (Rio de Janeiro, RJ) Acredito que as eleições deste ano foram decididas justamente pelas redes sociais. Não basta dominar as redes, é preciso usá-las eficientemente para explicar propostas e apontar as falhas nas ideias dos adversários. Pelas redes se descobriu que Flávio Bolsonaro era contra diminuir a escala de trabalho, ganhos reais para as aposentadorias e benefícios sociais, além de pregar demissão de funcionários públicos e dizer que queria mudar a Constituição. Hoje, os politicos falam nas redes e a militância ouve. No futuro, ganhará quem for capaz de ouvir e dar voz à população. Marcelo Galdieri (Cotia, SP)

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