Tarifa�o de Trump e Lei Magnitsky j� s�o interfer�ncia estrangeira nas elei��es, diz leitor

Tarifa�o de Trump e Lei Magnitsky j� s�o interfer�ncia estrangeira nas elei��es, diz leitor

Já houve interferência estrangeira: o tarifaço de Trump, a Lei Magnitsky e todo tipo de intimidação que os Estados Unidos fazem para intervir no processo eleitoral. Vale lembrar que eles já declararam publicamente que a América do Sul é o quintal deles. Felipe Silva Fonseca (Campinas, SP) Não há interferência externa; há apenas a torcida de alguns países pela vitória de um ou de outro candidato. Lucio Melre da Silva (Brasília, DF) Ela já acontece e tem como objetivo ajudar a extrema direita a tomar o poder no Brasil. Caso a extrema direita vença as eleições, ela entregará nosso país, nossas terras raras e nossa Amazônia aos EUA. Isadora Faria de Oliveira (Juiz de Fora, MG) É impossível. A tentativa em si é um problema: o desrespeito à soberania nacional e ao sistema eleitoral é inaceitável, mas a democracia brasileira está madura, mais forte e apta a se defender de tentativas de interferência, sejam internas ou externas Ananias José Barbosa (Hortolândia, SP) Há chances de interferência, sim, por causa da identificação ideológica da família Bolsonaro com o governo americano. Bruno Litwak Borges (Caruaru, PE) Já houve inúmeras tentativas de interferência. Entre elas, a tentativa do governo dos EUA de nomear um embaixador flagrantemente extremista para o Brasil, a insatisfação de Marco Rubio com o apoio brasileiro a Cuba, a decisão dos EUA de conceder asilo a bolsonaristas condenados pela Justiça brasileira, e, de forma ainda mais decisiva, a imposição, sem uma razão clara, de tarifas absurdas sobre o comércio brasileiro. Mauro Franco Neto (Divinópolis, MG) Se a família Bolsonaro não estivesse instigando o governo americano, talvez essa possibilidade de interferência não existisse. Ela é um problema, mas as instituições brasileiras saberão como agir, assim como ocorreu com os envolvidos nos atos do 8 de Janeiro. Pedro Valentim (Bauru, SP) Vivemos em um país democrático onde as pessoas votam e elegem os seus representantes. Airton Bonetti (Nova Esperança do Sudoeste, PR) Há essa possibilidade diante da polarização mundial. Vemos líderes de direita pressionando o atual presidente brasileiro, inclusive por meio de sanções econômicas. Denise Accurso (Porto Alegre, RS) Não há chances, pois nosso sistema de votação é seguro. Daniel Augusto (Cunha, SP) Historicamente, o governo americano sempre buscou interferir nas eleições da América Latina. Portanto, há chances de isso ocorrer. Luana Silva (Aracaju, SE) O Brasil já passou por momentos sombrios marcados por interferência estrangeira na nossa política, como o golpe de 1964 , por exemplo. As intervenções sempre estiveram ligadas a interesses contrários aos da população brasileira, como a subserviência econômica e a desindustrialização. Lucca Deliberato Reis (São Paulo, SP) Qualquer interferência externa afeta a soberania de um país —como exemplo, o roubo do petróleo venezuelano. Além disso, o Brasil também se tornou uma peça-chave na geopolítica internacional, especialmente pelo potencial de suas reservas de terras raras. Não se trata apenas de convergência ideológica, mas da disputa pelo acesso a matérias-primas vitais para o desenvolvimento de novas tecnologias. Pedro Henrique de Assis de Pinho (Rio de Janeiro, RJ)

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