Um dos principais assessores econômicos da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), Adolfo Sachsida diz que o "tesouraço" proposto pelo candidato se refere na verdade a um corte no excesso de regulações estatais que impedem o setor privado de produzir. "Fazer o tesouraço é cortar a burocracia, o excesso de regulamentações", diz ele, que é cotado para um cargo na área econômica em um eventual governo de Flávio. O termo, criado pela campanha do PL para sinalizar austeridade, vem sendo explorado por Lula para dizer que haveria corte de gastos com programas sociais. Segundo Sachsida, a preocupação maior do tesouraço é dar ao empreendedor liberdade para prosperar. No governo de Jair Bolsonaro, foi criada a Lei da Liberdade Econômica, que reduziu ou eliminou uma série de regulamentações exigidas de negócios. Agora, diz o assessor, é preciso ampliá-la e atualizá-la. Sachsida disse ainda que a promessa de Flávio de cortar o número de ministérios não é pensada para reduzir as despesas do governo, mas sim para melhorar a gestão do Executivo. "Corte de ministérios é uma questão de gestão, o corte de despesa que resulta é pequeno", afirma. A princípio o número de pastas deve cair de 38 para 28, com a unificação de diversos ministérios. Ele diz que está descartada, porém, a criação de um superministério da área econômica, como o que foi comandado por Paulo Guedes no governo de Bolsonaro, e unificava Fazenda, Planejamento, Desenvolvimento e Trabalho. LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.
Redu��o de minist�rios tem como foco gest�o e n�o reduzir despesa, diz assessor econ�mico de Fl�vio
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