A médica Rayssa Furlan (Podemos) confirmou seu favoritismo nas pesquisas e foi eleita neste domingo (4) a uma das vagas do Senado pelo Amapá com 29,98% votos, com 100% das urnas apuradas. Ela é mulher de Antônio Furlan (PSD), eleito governador também neste primeiro turno. O casal é a principal oposição ao grupo político do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União), no estado. Além de Rayssa, o senador Lucas Barreto (PSD), outro aliado de Furlan, também conseguiu se reeleger. Ele ficou em segundo lugar, com 24,22% votos, superando Randolfe Rodrigues (PT), com 18,55% dos votos. O petista ocupa uma vaga no Senado desde 2011 e atualmente é líder do governo Lula no Congresso. Rayssa, 39, disputava a vaga no Senado pela segunda vez. Na sua estreia na política em 2022, ela conseguiu 174.128 (42%) votos e se aproximou do número de Alcolumbre, que teve 196.087 (47,88%). Na época, Antônio Furlan estava em seu primeiro mandato como prefeito de Macapá e também influenciou a campanha da esposa. Lucas Barreto, 61, é senador pelo Amapá desde 2019. Ele era técnico em eletrônica e ingressou na carreira política em 1991, quando foi eleito pela primeira vez como deputado estadual, e seguiu no cargo até 2006. Depois, elegeu-se como vereador de Macapá em 2013, cargo que ocupou até 2017. Também disputaram da corrida ao Senado os candidatos: Acácio Favacho (MDB), que teve 14,87% dos votos; Alliny Serrão (União), com 9,68%; Capi (PSB), 2,19%; Juíza Jô (DC), 0,30%; Professor Uzian Pinto (DC) 0,12%; e Helio Silva (PCO), 0,08%.
Rayssa Furlan e Lucas Barreto s�o eleitos ao Senado pelo Amap�, e Randolfe perde vaga
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