'Quem n�o deve n�o teme', diz leitor sobre caso INSS

'Quem n�o deve n�o teme', diz leitor sobre caso INSS

Interferência "PF aciona governo contra medidas de Mendonça no caso INSS, que envolve Lulinha" (Política, 30/7). Quem não deve não teme. Faça o que o ministro pediu, junte o pedido e corra com isso. Mas parece estar ganhando tempo. Cayto Trivellato (São Paulo, SP) Juiz também deve seguir as leis. Dois pesos e duas medidas na Justiça? Quebra sigilo de um, mas não explica o motivo pelo qual não quebra sigilo de outro. E ainda faz o serviço da PF, passa por cima e coloca em dúvida a confiabilidade da instituição? Sabemos qual lado não a deixava trabalhar. Elvira Xavier Gomes (Vitória, ES) Juiz só julga quando provocado pelo Ministério Público, não conduz inquérito policial. Maria F. Luporini (Campinas, SP) A PF aparelhada pelo PT vai proteger o filho de Lula com todas as forças. Se Mendonça deixar, ele será inocentado. Absurdo! Luiz Fernando Ferreira (Niterói, RJ) Autonomia "PF pede para investigar Lulinha sob suspeita de tráfico de influência e cita gabinete presidencial" (Política, 30/7). PF independente é isso: investiga todo mundo. Rodrigo Monteiro (São Paulo, SP) Com certeza Mendonça acha algo contra Lulinha, mas contra Flávio Bolsonaro ele não procura, apesar das evidências. Diferentemente de Jair Bolsonaro, Lula deixa que a PF investigue o filho sem demitir ninguém. Regina H. B. Cambero (São Paulo, SP) Guerra comercial "Governo Lula diz na OMC que EUA desrespeitam regras do comércio internacional com tarifaço" (Economia, 30/7). O certo é o certo: é justo os EUA cobrarem. Eugenio C. Silva (Cordeirópolis, SP) A declaração destoa do discurso de que o Brasil não depende dos EUA para crescer, destacando a diversificação das relações comerciais e a busca por novos parceiros globais. Mais uma medida inócua. Assis Furuno (São Paulo, SP) Ironia: Trump é contra o livre mercado e levanta barreiras tarifárias. Roberto Nakayama (São Paulo, SP) Intolerância "MP-SP abre inquérito contra PMs que invadiram escola armados para reprimir atividade com orixás" (Mônica Bergamo, 30/7). Intolerância religiosa é crime, agravado pelo fato de que os autores são policiais. Profissionais que, em tese, deveriam conhecer a legislação que desrespeitaram. É preciso individualizar condutas, processar e condenar os autores para servir de exemplo. José Walter da Mota Matos (Pouso Alegre, MG) Deve-se punir exemplarmente. Colocaram o terror na professora, totalmente despreparados! O Estado é laico e, se você ensina sobre outra religião, aprende-se a respeitar a todas e não ser intolerante como tais policiais. Marcelino J. Santana (Joinville, SC) Concurso público "’Não consigo mudar de cor assim’, diz candidato a concurso com declaração racial aceita e rejeitada pela mesma fundação" (Economia, 30/7). A lei das cotas no Brasil representa um avanço civilizatório. Francisco Elias Fernandes (Brasília, DF) Basta acabar com as cotas para resolver o problema. A judicialização do assunto em um país como o nosso atrasa o julgamento de temas mais importantes. Tem gente querendo uma decisão para se tratar de um câncer ou em busca de alimentos para um recém-nascido e o juiz demora a resolver por causa de processos como esses, que sobrecarregam o sistema. Angelo Gutierre (Fortaleza, CE) Tragédia "Mulher morre após ter o intestino perfurado durante colonoscopia em hospital de SP" (Saúde, 30/7). Que tristeza! Espero que os responsáveis sejam punidos. Mas, por se tratar de médicos, duvido! Diva Negri (Florianópolis, SC) Absurdo! Devem ter errado feio. Que apurem e punam os responsáveis. Sinto muito pela moça e pelos filhos que deixa. Descanse em paz. Rodrigo Tosta (Holambra, SP) Manifestação "Muro da USP vira esqueleto de bambu dez anos após vidraça da gestão Doria" (Cotidiano, 27/7). Em esclarecimento à reportagem publicada na edição impressa da Folha no dia 28 de julho, a assessoria de imprensa da vice-Presidência da República informa que o projeto do muro de vidro da Universidade de São Paulo foi uma iniciativa da prefeitura de São Paulo em parceria com a USP e empresas privadas, nada tendo a ver com nenhuma medida originada no governo estadual. Fernanda Melazo, chefe da assessoria de comunicação da vice-Presidência (Brasília, DF) Impactos na natureza "Presença de golfinhos em Fernando de Noronha cai quase pela metade em dez anos" (Ambiente, 29/7). Uma péssima notícia! Mônica Casarin Fernandes Elsen (Armação dos Búzios, RJ) O desaparecimento desses animais inteligentes da ilha está ligado à horda de turistas predadores que perturbam os bichinhos com seu comportamento infantil. Nerisvaldo Santos (São Paulo, SP)

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