Empresa sem funcionários "Patrimônio da mulher de Ramuth, vice de Tarcísio, dá salto de 580% desde a eleição" (Mônica Bergamo, 19/7). Não acredito em mais nada. Perdi a fé, sobretudo nos políticos. São todos iguais. O Brasil não tem jeito. Laerte Luiz Nascimento (Barreiras, BA) Tão visível, tão fácil de investigar. Onde estão a Polícia Federal e o Ministério Público? Iraia Galindo (Recife, PE) Empresa sem funcionário que recebe dinheiro de outras duas empresas. A senhora, por sua vez, investe em conhecido paraíso fiscal. Por coincidência, a empresa lucra mais de 500% depois de o marido ser eleito vice. Se isso não é tirar vantagem do cargo... Renato Simões (São Paulo, SP) Para que serve a Receita Federal, que não vê casos como esse? Carlos Alberto Aguilera (Brasília, DF) Legalmente "Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro" (Mônica Bergamo, 20/7). Consiga o que conseguir, mas para o Brasil trata-se apenas de um foragido. Ailton Souza (Cascavel, PR) Uma boa e uma má noticia: estamos livres de um traidor da pátria, mas temos que pagar para mantê-lo nos EUA. Sinal dos tempos: ganhou na loteria, sendo que nem jogou. João Pereira (Porto Velho, RO) Violência "Câmera corporal grava policial militar de SP fazendo roleta-russa com adolescente" (Cotidiano, 20/7). Esse registro foi possível porque a câmera foi acionada sem a vontade do policial. Hoje, com as novas diretrizes do governador Tarcísio, não será mais possível. Vai ser o policial quem decide se liga ou não liga a sua câmera. Ana Barbosa (Curitiba, PR) O policial dá segurança e não causa insegurança. Policial não brinca com arma de brinquedo. Se o adolescente errou, conduza ao juiz que é bem pago para buscar a solução, simples assim. Roberto Cardoso (Florianópolis, SC) Supremo Concílio "Igreja Presbiteriana debate veto ao Legendários e aponta risco de ‘desvio do Evangelho’" (Cotidiano, 20/7). Pode haver religiosos sérios que discordem deles. Ricardo Candido de Araujo (Taboão da Serra, SP) Cristo, mesmo, nada. Só machismo renovado com coach e afins. Vivian Fiori (São Paulo, SP) Partos "Aliviar a dor para conter cesáreas" (Editorial, 17/7). Devemos contestar o índice de 10% a 15% preconizado pela OMS para cesáreas, algo enaltecido pelos arautos do parto normal, mas que já está obsoleto. Cleômenes Simões (Guarulhos, SP) Vocês não mencionam o ponto de vista do médico, que também deve preferir uma cirurgia com hora marcada. Os hospitais, igualmente, manteriam uma sala ocupada por tempo indeterminado, o que deve tumultuar seus processos. Marcos Benassi (Valinhos, SP) A cesárea é uma cirurgia de grande porte, da qual podem decorrer muitas complicações. Para que realizá-la sem necessidade? Devemos oferecer à gestante a oportunidade de parir sem dor. Rosangela Silvestrin (Farroupilha, RS) É fácil sancionar uma lei que determina analgesia e cesárea à escolha das parturientes, mas não melhora a infraestrutura das maternidades. Importa o bem-estar materno e fetal, não o índice de cesáreas. Ruy Pistelli (São Paulo, SP) Manifestação "Secretário de Cultura de SP cobra R$ 50 de servidores para festa julina no Martinelli" (Mônica Bergamo, 20/7). É lamentável que a Folha trate a organização de uma festa de confraternização realizada pelos próprios servidores, com contribuição voluntária, em uma suspeita sem qualquer fundamento, envolvendo o secretário Totó Parente. O texto sugere irresponsavelmente uma conduta que nunca existiu. A Prefeitura informou ao jornal que se tratava de uma confraternização de caráter voluntário, fora do expediente e sem recursos públicos. Flávio Freire, secretário de comunicação (São Paulo, SP) Desfecho "Espanha destrona Argentina de Messi na força coletiva e é bicampeã do mundo" (Esporte, 19/7). A Espanha mostra o que é um jogo de equipe. Viva a Espanha! Regina Baldin (Ribeirão Preto, SP) Vimos europeus dominando o jogo e sul-americanos jogando por uma única bola ou pelo empate. A Argentina só foi à final por causa de Messi. Caso não surjam novos Messis, Romários ou Zicos, o Mundial será uma Eurocopa de luxo. Elcio Matos (São Paulo, SP) Brasil "Espanha, campeã do mundo" (Tostão, 19/7). Tivemos Zico, Sócrates, Ronaldinho Gaúcho... Hoje a seleção é medíocre, com alguns destaques. Não joga bonito, não tem senso de coletividade, não faz uma tabela decente para invadir a área. Tudo é resolvível, menos a falta de garra e amor à camisa. Rodrigo de Camargo (São Paulo, SP)
'Perdi a f�, sobretudo nos pol�ticos', escreve leitor
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