Para leitor, j� n�o se discutem projetos para o futuro, e sim quem rouba mais

Para leitor, j� n�o se discutem projetos para o futuro, e sim quem rouba mais

Eleições 2026 "Lobista amiga de Lulinha guardava dinheiro em malas e pagou a secretário do governo Lula, diz PF" (Política, 23/9). Lula não é Lulinha. Lulinha não é candidato. Flávio Bolsonaro é Daniel Vorcaro. Flávio é candidato. Marli Moras Garcia (Vitória, ES) Para Lula, a questão deixa de ser apenas jurídica. É mais um episódio que pode provocar desgaste junto ao eleitorado e pesar na campanha de 2026. A sociedade tem o direito de saber quem recebeu dinheiro, por quê, qual era a finalidade dos pagamentos e se houve qualquer favorecimento dentro do governo. Transparência e investigação, neste momento, são indispensáveis. Luiz Henrique Moreira (Palhoça, SC) Já não se discutem projetos para o futuro. Supostas autoridades se limitam a dizer que o outro rouba mais, seja na direita ou na esquerda. São todos iguais. José Francisco de Paula Filho (Belo Horizonte, MG) ‘Revelando’ "Meta derruba perfil de série com Porchat sobre relações entre Master e Igreja Lagoinha" (Mônica Bergamo, 23/9). Conteúdo didático, simples e esclarecedor. Não nos calem, não deixem de revelar quem está com os candidatos de extrema direita. Isabel R. Dias Vieira Estrella (São Paulo, SP) Aparentemente, a liberdade de expressão só vale para discursos de ódio e desinformação. Philippe Rodrigues Aquino (Belo Horizonte, MG) Depois ainda dizem que as big techs não atuam para manipular as eleições no Brasil em favor da extrema direita, como têm feito no mundo. Não é por acaso que o nazismo e o fascismo ressurgiram em concomitância com a ascensão das redes sociais. Marcelo Pacheco (Rio de Janeiro, RJ) Lembram-se da presença massiva dos representantes das big techs na posse de Trump, nos EUA? Então! A China é que faz bem em ter uma internet que mantém longe toda ameaça aos interesses nacionais. Rogerio M. Cortezano (São Paulo, SP) Ingerência "Brasil é pego de surpresa e tenta diminuir impacto de decisão de latinos contra PCC e CV" (Cotidiano, 22/9). Se produtores de cocaína, que integram o pacto, cessarem suas produções, o Brasil nem precisa agir. Isso acaba também com as quadrilhas. Mas isto não passa de uma forma de os EUA exercerem controle geopolítico. O tráfico sempre sai ganhando, como vemos nos EUA há tempos. Flávio Paes (São Paulo, SP) Enquanto olhares, críticas e ações focarem os traficantes, ignorando os usuários, responsáveis pela procura de drogas e da sobrevivência do tráfico, nada vai mudar. Jair Amaral (Londrina, PR) O que esperam com isso? Ter suas fronteiras abertas para que, sob o pretexto de caçar terroristas, os EUA façam o que quiserem? A recíproca não é verdadeira. Os latinos não terão passe livre para ir aos EUA ou morar lá. Terrorista é quem atenta contra a democracia, como aconteceu aqui nas últimas eleições. Anete Guedes (Belo Horizonte, MG) Bets em campo "Aporte de R$ 1 bi das bets representa apenas 7% das receitas de clubes brasileiros" (Esporte, 23/9). Mas os prejuízos de bilhões impactam a sociedade. Um Estado que promove jogos de azar não deve ser levado a sério. José Vanzo (Franca, SP) Se for preciso acabar com o futebol por falta de verba das bets, que acabe. Não fará falta. Paulo Augusto Miller (São Paulo, SP) Apostas no Brasil "Lula deverá agir contra as bets" (Hélio Schwartsman, 22/9). O governo não acaba com as bets, pois arrecada bilhões com elas. O lobby fez Temer sancionar, Bolsonaro regulamentar e Lula ajustar o imposto. Jogos de cartas e caça-níqueis é que devem ser liberados. Antonio Pereira (Governador Mangabeira, BA) A microrregulação permite ajustes contingenciais, caso a caso. O incauto se deixa levar por chamarizes espontâneos ou deliberados. Mario Lucio Camargos (Curitiba, PR) Se não forem combatidos eficientemente, vícios logo terão graves consequências para a sociedade. Nerisvaldo J. Santos (São Paulo, SP)

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