'N�o deliberaram nada e v�o empurrar a encrenca com a barriga', diz leitora sobre sess�o no STF

'N�o deliberaram nada e v�o empurrar a encrenca com a barriga', diz leitora sobre sess�o no STF

Crise no Supremo "Fachin suspende sessão no STF com ministros rachados e sem decidir sobre análise de casos Moraes e Mendonça" (Política, 15/9). Que desânimo. Falaram horas, não deliberaram nada e vão empurrar a encrenca com a barriga. Estão se lixando para o Brasil. A população merece respeito! Márcia Meireles (São Paulo, SP) Querem mudar o rumo dos fatos por meio de retórica e de palavras de ordem. A hombridade se constrói ao longo da vida. Depois de tudo o que vimos, ouvimos e lemos sobre o caso Master, com envolvimento de graúdos da política e do Judiciário, alguns acham que ganharão no grito. João Aris Kouyoumdjian (São José do Rio Preto, SP) Formação institucional "Bate-bocas, saída de Kassio e críticas a Fachin: saiba o que aconteceu até agora na sessão do STF" (Política, 15/9). O presidente nomeia, mas quem realmente escolhe um ministro são os políticos do centrão. Fachin, Fux, Marques, Mendes, Moraes e Toffoli jamais deveriam ser ministros. Para mudar esse quadro é preciso que os membros do Judiciário e do Ministério Público sejam eleitos pelo povo, com mandato único de oito anos. Andréa Cristacemos (Caxambu, MG) Parece que ninguém está alheio ao corruptor Vorcaro. Que sirva de lição ("Diálogos de Vorcaro citam filho de Kassio Nunes Marques e pagamento de R$ 500 mil", Mônica Bergamo, 15/9)! Para que esses absurdos não voltem a acontecer, o STF precisa ser passado a limpo. É preciso ter uma legislação que trate da condução dos membros, definindo mandatos de até seis anos, um bom regimento e um código de ética rígido. Infelizmente, ingressam na instituição e se sentem os próprios supremos, acima de tudo e de todos. Esquecem os princípios republicanos e democráticos. Lauro Vasconcelos (Brasília, DF) Mendonça jogou Moraes na cova dos leões, na sanha punitivista da ultradireita. Ele está pagando mais por seus acertos do que pelos erros. Pouco importa se os meios usados por Mendonça para atingir seus objetivos foram irregulares. Outros nomes vão surgir. Anete Araujo Guedes (Belo Horizonte, MG) Vorcaro, tal qual um mafioso ou gângster, capturou o mundo político e institucional para chantagear a República. Lula é praticamente o único grande político não citado no caso Master. Antônio Beethoven Cunha de Melo (São Paulo, SP) Negócios "Gestão Lula perdoa R$ 1,2 bi em juros de acordos com empresas que confessaram corrupção na Lava Jato" (C-Level, 14/9). Quem fez a homologação foi o ministro André Mendonça. Além disso, as empresas com créditos fiscais federais podem solicitar o abatimento de pagamentos à União. Bruno Miguel Avelar (Cabedelo, PB) Faz parte, é preciso incentivar a indústria nacional. Qual seria a outra opção? É melhor do que dar calote nas dívidas da União. Carlos Vieira Portela Filho (Rio de Janeiro, RJ) Não adianta diretores saírem livres e empresas terem atividades e empregos prejudicados. Dante Viñolo (São Paulo, SP) A Folha não perde o cacoete ("Gestão Lula perdoa R$ 1,2 bi em juros de acordos com empresas que confessaram corrupção na Lava Jato", C-Level, 14/9). Voltando aos velhos tempos e prestando um desserviço ao Brasil num momento crítico! Jane Medeiros (Rio de Janeiro, RJ) Parabéns à Folha pela iniciativa ( "Folha lança portal C-Level e amplia cobertura de negócios e finanças", Economia, 12/9). Jefferson Soffer (Belo Horizonte, MG) Excelente reportagem ("Track&Field desafia crise do varejo sem dívida e cresce com lojas reformadas e eventos", 15/9). Estou ficando animado com o C-Level. Calebe V. F. da Silva (Paulínia, SP) Educação "Resultados ruins no Pisa deveriam mobilizar mais que polêmicas na educação" (Deborah Bizarria, 15/9). O Pisa seria o melhor do mundo se o Brasil diminuísse o número de alunos por sala de aula, federalizasse professores, entre outras medidas, pois o brasileiro é inteligente. O que estraga é a aporofobia da elite e das instituições que nada fazem para garantir justiça educacional. Marcelino Marques (Vila Velha, ES) É típico da direita desviar o foco dos problemas ao invés de debater a valorização dos profissionais da educação e da saúde, o fomento à tecnologia e a medidas preventivas. Marcos Correia (Recife, PE) Divergências "Anúncio com Sydney Sweeney nua causa indignação entre atletas" (Esporte, 14/9). O identitarismo liberal dá nisso: uma reversão rápida do que as empresas antes diziam parte de suas culturas internas. Mudou a onda liberal para fascista, as firmas vão atrás. Haja vista toda a mudança no discurso de inclusão e diversidade. Identidade sem luta de classes é carnaval: dura alguns dias só. Felipe Munhoz (Ribeirão Pires, SP) As máximas "Meu corpo, minhas regras", "Lugar de mulher é onde ela quiser", "Mexeu com uma, mexeu com todas", entre tantas outras, deixam de valer e a sororidade evapora quando diante de uma mulher de quem as demais não gostam. De repente, a mulher livre, forte e resistente vira fascista e marionete do imperialismo. Lena Kasler (Curitiba, PR)

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