Tarifaço "Brasil é vítima de tarifa-sanção de Trump, não é covarde nem vai capitular, diz ministro da Indústria" (Economia, 17/7). Perfeito. Não vamos ceder! Como é bom ser patriota de verdade de um país e um governo altivo! Va mos tomar de volta o patriotismo que foi sequestrado pela extrema direita e entregue aos EUA! Alexandre Oliveira (Rio de Janeiro, RJ) Povo brasileiro não é covarde, mas os políticos, dentre eles presidentes, são sim covardes. Além de bravatear a distância, se escondem quando são criticados. Raymond Kappaz (São Paulo, SP) Copa 2026 "Argentinos se espantam com rejeição à seleção de Messi" (Esporte, 17/7). Pura inveja dos brasileiros por não termos um Lionel Messi. Só tive a oportunidade de assistir a dois jogos nessa Copa do Mundo, coincidentemente a partida que eliminou os britânicos e a partida que eliminou os franceses. Espanhóis e argentinos foram brilhantes, foram vitórias bem merecidas de ambas as equipes. Gisele Araujo (Brasília, DF) Como brasileiros, ainda não temos, majoritariamente, moral para criticar o racismo argentino. Mas, Messi poderia, com duas ou três frases de condenação ao racismo em seu país, dar uma contribuição para a sua superação. Hans Trein (São Leopoldo, RS) Lá Fora Receba no seu email uma seleção semanal com o que de mais importante aconteceu no mundo Milei "Moraes nega pedido de visita de Milei a Bolsonaro" (Mundo, 18/7). Um chefe de Estado não vai a outro país sem passar pelo presidente da República. Mas essas marionetes de Donald Trump fazem tudo para imitá-lo e desconsideram protocolos. Apenas Brasil e Uruguai estão fora dessa submissão canina alinhada aos interesses financeiros, políticos, hegemônicos e ideológicos do laranjão. Anete Araujo Guedes (Belo Horizonte, MG) Avanço da IA "Brasil corre o risco de ficar para trás na corrida da IA" (Editorial, 17/7). Uma questão de tempo. A alavanca está no mercado. Nacib Hetti (Belo Horizonte, MG) Notícias do dia Receba diariamente de manhã no seu email as principais notícias publicadas na Folha; aberta para não assinantes. Folha admite desconhecer dados que usa para acusar JBS A resposta publicada pela Folha após contestação da JBS no Painel do Leitor, em 17 de julho de 2026, falha em esclarecer as inconsistências apontadas pela empresa e gera novas dúvidas sobre a apuração da matéria "Grupo Mateus tem 40% da carne vinda de frigoríficos ligados a desmatamento ou trabalho análogo à escravidão, diz ONG" (15.jul). O jornal aceitou, sem qualquer checagem, o argumento da Mighty Earth de que manter sob sigilo a identidade dos produtores e os registros de transporte seria um "protocolo padrão" respaldado pela LGPD. Essa justificativa contradiz a própria prática da organização: apenas na série "Rapid Response" (entre 2024 e 2026), a ONG publicou relatórios expondo mais de 30 fazendas e 20 produtores, incluindo coordenadas geográficas e registros no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Se a privacidade é o argumento atual, a organização precisa explicar por que divulgou esses dados no passado e qual a base legal dos documentos que agora decide ocultar. Já a Folha falhou em aceitar tal justificativa. Além disso, o posicionamento do veículo confirma o problema central: a Folha desconhece os alvos da denúncia da ONG. O jornal apresentou como fato uma relação comercial atribuída à JBS sem dispor dos elementos mínimos para verificá-la. No setor, os frigoríficos acessam apenas as Guias de Trânsito Animal (GTAs) de fornecedores diretos, e não o histórico estadual de movimentações anteriores, ferramenta indispensável para rastrear os indiretos. Se a Mighty Earth obteve esse histórico, deve esclarecer sua origem, critérios de vinculação e disponibilizar os registros para validação. Sem dados essenciais, como nomes, CNPJs, códigos de CAR, datas e GTAs, torna-se impossível verificar se houve trâmite para as unidades da empresa ou se as transações ocorreram antes ou depois da inclusão de produtores na lista de trabalho análogo ao escravo. Assim, é irresponsável formular acusações públicas com base em documentos ocultos e metodologias opacas. Ao admitir que ignora os elementos que sustentam as ilações, a Folha revela ter confiado cegamente na interpretação da ONG, abdicando da sua obrigação jornalística de verificar com a devida independência que a gravidade do caso exige. Marcela Rocha, diretora-executiva de Assuntos Corporativos da JBS (São Paulo, SP)
'Messi poderia condenar o racismo em seu pa�s', diz leitor sobre torcida argentina
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