L�der do PT na C�mara aciona PF ap�s casos de viol�ncia pol�tica ligados �s elei��es

L�der do PT na C�mara aciona PF ap�s casos de viol�ncia pol�tica ligados �s elei��es

O líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai (SC), acionou nesta quinta-feira (29) o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para que a corporação abra inquéritos para investigar casos de violência política relacionados às eleições deste ano, após o presidente Lula (PT) derrotar Flávio Bolsonaro (PL). O pedido é para que a corporação apure episódios de repercussão interestadual ou internacional, em especial aqueles na véspera e na noite do segundo turno, e também os que envolvam ameaças feitas por meio de redes sociais contra parlamentares ou candidatos que concorreram ao pleito. No documento enviado à PF e ao ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, a bancada do partido do presidente Lula, reeleito no último domingo (25), afirma que a violência política "tem se manifestado no país de forma ostensiva ou dissimulada". São citados casos como o da vereadora petista Iara Pimentel (PT), de Montes Claros (MG), que foi atingida no rosto por uma pedra durante uma carreata em apoio a Lula no sábado (24), e o do engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, 30. Marcelo morreu na segunda (26) depois de ter sido agredido por um grupo de pessoas na madrugada da véspera do segundo turno em Santos, litoral paulista, nas proximidades de um evento em favor da reeleição do atual presidente. "A gravidade dos fatos adiante relatados, alguns deles com resultado morte, recomenda resposta estatal coordenada, capaz de assegurar a punição dos agressores e de preservar a convivência democrática entre pessoas de diferentes convicções políticas, ideológicas e religiosas, que é pressuposto do Estado Democrático de Direito", diz o ofício. Eleições Hoje Receba no seu email destaques das campanhas, pesquisas e disputas nos estados O líder do PT na Câmara também solicitou que o Ministério da Justiça amplie um grupo de trabalho que já acompanha o caso do policial militar rodoviário que atropelou um motociclista em meio a uma comemoração à reeleição de Lula, em Florianópolis. O objetivo é usar o grupo para monitorar os desdobramentos de outros relatos de violência política, inclusive aqueles registrados depois do fim da campanha eleitoral. Na quarta (28), o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que o governo federal acompanha os episódios. LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.

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