Dark Horse "Flávio diz que Jair Bolsonaro o aconselhou a falar a verdade e que Eduardo vive de doação do pai" (Política, 15/5). Investimento privado legal em produtos culturais se dá pela Lei Rouanet, com contrato, nota fiscal e tudo o que justifique desconto de imposto. Investimento privado na mão do idealizador e sem rastro não é correto, especialmente vindo de alguém envolvido no maior escândalo financeiro da história do país. Mônica Casarin Fernandes Elsen (Armação dos Búzios, RJ) É compreensível alguém se declarar de direita ou de esquerda. Convicções fazem bem à saúde se levadas com parcimônia e autocrítica. Porém, é incompreensível que ainda apoiem a família Bolsonaro com tudo o que fizeram e fazem. Carlos E. Martins (São Paulo, SP) O que a Folha pensa "Intimidade entre Flávio e Vorcaro é de estarrecer" (Editorial, 14/5). Não há nada de estarrecedor: é o fundamento histórico da política brasileira desde a sua origem. A família Bolsonaro deu transparência à podridão moral que sempre existiu, que foi e continua a ser naturalizada. Não é um capítulo, mas a história inteira. Reinaldo Silva (Rio de Janeiro, RJ) O editorial ataca Flávio, sem dúvida, mas o subtexto é: Vorcaro comprou direita e esquerda, e, se todo mundo foi corrompido, ninguém é corrupto, só existe uma corrupção etérea. O argumento é falacioso: o escândalo Master não é simétrico, ele lambe a esquerda, mas morde a direita. A busca pela equivalência é puro desespero. Parece que a preocupação editorial é impedir a reeleição de Lula. Mauricio Borborema de Medeiros (Manaus, AM) Parabéns à Folha por comentar o que nos deixa perplexos. Onde estão os órgãos fiscalizadores? Fica a questão. João Carlos Almeida (São Paulo, SP) Desdobramento "Flávio Bolsonaro sobe e pode cair em nome do pai" (Dora Kramer, 14/5). Flávio pediu e conseguiu dinheiro oriundo de crimes para financiar um filme que será peça da própria campanha eleitoral, sendo ele filho do biografado como um mártir. Isso é permitido, TSE? Roberta Cabral (Poços de Caldas, MG) A PF deve esclarecer se o esquema se trata de lavagem de dinheiro. José Almir Mororó (Niterói, RJ) Fica claro que Vorcaro utilizava contatos para se aproximar de integrantes dos Poderes. Em resumo: ele tem cartas na manga para evitar uma condenação. Francisco Almeida (São Paulo, SP) Funções "Servidor trabalha para redes sociais da mulher de Nunes, pré-candidata a deputada em SP" (Política, 13/5). Está na hora de criarmos leis que impeçam a política de se tornar uma oligarquia. Terezinha Rachid Ozorio da Fonseca (Bom Jardim de Minas, MG) Nomear servidor para exercer atividades particulares é crime de improbidade administrativa. Alô, MP-SP! Ailton Souza (Cascavel, PR) Consumo alcoólico "Invista com moderação" (Ruy Castro, 14/5). Infelizmente, o álcool passou a fazer parte da rotina sempre que envolve lazer, socialização ou comemoração. Lena Kasler (Curitiba, PR) Crônica gostosa como uma cervejinha após o treino! Helena C. Nogueira (Fortaleza, CE) A publicidade de bebidas alcoólicas, como as de cigarros e remédios, deveria ser proibida. Como ocorre com os cigarros, deveriam ser obrigadas a fazer publicidade negativa de seus produtos. Joabe Souza (São Paulo, SP) Sou fã de destilados, mas escolhi a abstinência e não me arrependo. Minha única droga tem sido o cafezinho, e dessa não abro mão. Leonardo Trindade (São Paulo, SP)
'Investimento privado na m�o do idealizador e sem rastro n�o � correto', diz leitora
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