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Economia brasileira "Ministro da Fazenda chama Milei de palhaço e rebate críticas sobre economia brasileira" (Economia, 27/7). Durigan mostra preparo técnico à frente do Ministério da Fazenda, além de personalidade. Seu futuro é promissor. Genivaldo Bazílio dos Santos (Itapevi, SP) Por piores que sejam as críticas e as ações de outro governo ao Brasil, é indesculpável que um membro oficial do governo brasileiro desça o nível das declarações a este ponto. Lamentável! Lucia C. Japp (Porto Belo, SC) Se Flávio Bolsonaro pensou em beneficiar sua campanha com a participação de Milei, as atitudes do argentino o farão perder votos. José Celso Righi (São Bernardo do Campo, SP) Eleições 2026 "Vídeo de IA só viola prisão domiciliar se Bolsonaro participou ou consentiu, diz advogado" (Política, 26/7). Repetirão a estratégia até a penalização. Aí vem outro show de horrores: pedem intervenção de Trump, inspeção internacional das urnas e tudo o que puderem para o circo ser completo. Eles não têm limites éticos ou morais para chegar ao poder. Leonilda Pereira Simões (São Paulo, SP) A publicação é irregular e viola não só a lei eleitoral, mas também as medidas cautelares impostas para obtenção da prisão domiciliar. Estão testando limites e têm que ser punidos por isso. Luiz F. Schmidt (Goiânia, GO) Próxima parada "Faria Lima torce por desembarque de Flávio Bolsonaro em favor de Caiado" (Política, 26/7). Seria a melhor alternativa para o país. João Braga (Marília, SP) Quem avalia os candidatos no Brasil é o mercado especulativo. E a elite industrial e o setor tecnológico, que realmente produzem? Apenas o suposto mercado, que deseja mais juros, é quem palpita. E os desejos são cortar da saúde, da educação, do salário mínimo, dos investimentos tecnológicos. Privatizar tudo e manter privilégios. Onde está o setor nacional, que deseja transformar o país em potência capitalista? Ruan Silva (Boa Vista, RR) Independência "Maioria diz que família, amigos, imprensa e redes sociais não influenciam voto, aponta Datafolha" (Política, 27/7). Ótimo. Podemos entender que mesmo com todo o foco da mídia no tema, o eleitor se considera independente. Aqueles que falam na nossa cabeça, pensando que mudam nosso voto, deveriam refletir e dar um tempo. Cristina Murta (Brumadinho, MG) Somos, sim, influenciados pelo meio. Dizer que a sociedade não nos influencia é uma falácia. Gerson Roca (São Paulo, SP) Intolerância "De luto, Berlim discute homofobia e uso político de atentado contra parada LGBT+" (Mundo, 26/7). Levará séculos e muita educação para a humanidade se livrar dos homofóbicos e radicais. Tento fazer a minha parte com meus dois garotos. Espero ter sucesso. Marcos Lima (Manaus, AM) Último voo "‘Erotização desmedida’, diz jornalista sobre Xuxa" (F5, 26/7). O Brasil encaretou. Mário Monsores (Rio de Janeiro, RJ) A erotização do corpo feminino neste caso está na cabeça de quem critica Xuxa. Aliás, um olhar e pensamento erotizados muito presentes em grupos conservadores. Basta ver quem concorda com o comentário. Mulheres contra o feminismo, que bradam contra o direito das mulheres e querem impor uma visão masculina sobre nós. A última coisa em que pensam é nas crianças —que nem colocam essa maldade numa roupa. Renata Lopes (Brasília, DF) Polarização "Medo de parecer islamofóbico" (Mariliz Pereira Jorge, 26/7). Em tempos de polarização, a hediondez de um criminoso não basta para que o caracterizem como tal. Consideram sua ideologia. Assim avança a barbárie. Jonas Nunes dos Santos (Juiz de Fora, MG) O que o Hamas fez é injustificável. Israel faz pior, e começou há décadas. Que sejamos imparciais. A coluna traz falsa indignação. Maria Lopes (São Paulo, SP) Crítica pertinente. O aparentemente óbvio precisa ser dito, pois assim é possível desvelar os intrincados cálculos sociais e políticos dos atores envolvidos. Felipe Vasconcelos (Juiz de Fora, MG) Quando se trata de violações dos direitos humanos, é melhor dar atenção aos grupos vitimados, e não vincular a ação violenta a uma religião, raça, nacionalidade, gênero ou ideologia. É importante distinguir entre lobos solitários, organizações armadas radicais e agentes do Estado. Todos podem se guiar por diferentes motivações e não são exclusividade de uma nacionalidade, ideologia ou religião. Paloma Fonseca (Brasília, DF)

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