Disputa em leil�o do Banco Master com cadeiras de luxo e quadros ser� �s 9h30 desta segunda; veja v�deo

Disputa em leil�o do Banco Master com cadeiras de luxo e quadros ser� �s 9h30 desta segunda; veja v�deo

São Paulo Uma série de itens de escritório que pertenciam ao Banco Master e ao Will Bank vão a leilão às 9h30 desta segunda-feira (9), por meio da plataforma Kwara. Para dar lances, é preciso se cadastrar na plataforma Kwara (www.kwara.com.br). O interessado precisa solicitar habilitação na página do leilão pelo menos uma hora antes do horário de abertura. Até o fim da tarde deste domingo (8), o lote 223 acumulava 665 lances e era o mais disputado. Os proponentes competem para levar dois quadros de parede, que são vendidos por R$ 20.620, no valor atual sem despesas adicionais e comissão. O lote 34 também é um dos mais cobiçados, com 350 propostas. Trata-se de 25 cadeiras do modelo Verus Interwave, da marca Herman Miller, referência pelo design inovador e pela durabilidade no mundo corporativo. Itens que pertenciam ao Banco Master e ao Will Bank em galpão em Taboão da Serra, na Grande SP - Rubens Cavallari - 29.out.26/Folhapress O valor atual do lote é de R$ 44.030, o que daria aproximadamente R$ 1.761 por cadeira. No site da marca, o preço varia de R$ 4.841 a R$ 5.058, por item, a depender da cor da cadeira. Na plataforma Kwara, responsável pelo leilão, as cadeiras da marca aparecem em seis lotes, com modelos como Aeron, Verus, Cosm e Sayl. Os produtos, hoje armazenados em galpão em Taboão da Serra (Grande SP), antes estavam em escritórios de bancos de Daniel Vorcaro, operador do maior escândalo financeiro da história brasileira. Um segundo leilão, com mais uma parte dos espólios do Banco Master, também está disponível na Kwara. São 250 lotes, com encerramento marcado para o dia 30 de novembro, a partir das 13h30. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisõesO catálogo mistura equipamentos de cozinha industrial, eletrônicos de sala de reunião e itens de uso cotidiano. Entre os mais caros estão uma fritadeira combinada, por R$ 60,2 mil (valor inicial), uma máquina de café filtrado, por R$ 35,7 mil, e fornos industriais, a partir de R$ 47,5 mil. Na outra ponta, estão os lotes de menor valor: uma cúpula branca (para abajur) e um conjunto de equipamentos de encanamento, por R$ 20 cada, além de assentos para vaso sanitário, por R$ 35, e uma batedeira, por R$ 42,42. Há ainda torneiras Deca, um depurador de ar e um forno elétrico, por R$ 56. Itens de lazer e convivência usados nos escritórios do Master também aparecem na lista. Adegas climatizadas duplas, por R$ 13,6 mil, e um lote com duas peças que inclui uma cervejeira, por R$ 4.375. Uma adega com o aviso "placa queimada" é anunciada por R$ 700, e uma chopeira, por R$ 1.780,30. Como participar Já é possível dar lances na página do leilão, mas o leilão mesmo começa às 9h30 (horário de Brasília) desta segunda-feira (9). A disputa é encerrada por lote, um a um, em sequência, com um intervalo de alguns segundos entre eles. O usuário pode ofertar lances manuais ou programá-los para ocorrerem no automático, conforme as próprias configurações de valores. Nesse caso, se outro participante cobrir a oferta, o sistema gera um novo lance, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo definido pelo usuário. Se um lance for dado nos últimos segundos de um lote, o cronômetro volta, de modo que passem a faltar novamente alguns segundos para o encerramento. O mecanismo se repete a cada novo lance feito nessa janela, para que todos os interessados tenham chance de cobrir a oferta. Por isso, o horário em que cada lote termina pode variar. Em caso de empate, vence quem lançou primeiro, conforme a data e a hora do registro no portal. Para fins de desempate, o lance automático sempre prevalece sobre o lance manual. Ao final, a vendedora tem até cinco dias úteis para aprovar ou recusar as ofertas. É possível dar lances abaixo do preço inicial. Neste caso, se não houver lances maiores vencedores, a proposta vai à vendedora e pode ou não ser aprovada. O edital prevê ainda que o leilão pode ser suspenso a qualquer momento. Os produtos são vendidos no estado de conservação em que se encontram, sem garantia de funcionamento ou direito a troca, segundo o edital. Os itens podem ser sucata e apresentar avarias, sinais de uso e desgaste, amassados, riscos, sujeira, ausência de manuais, acessórios ou peças, e até senhas de acesso bloqueadas. As fotos, descrições e medidas divulgadas no portal são classificadas nos editais como ilustrativas, não servindo de parâmetro real sobre o estado dos bens ou sobre o que está incluído em cada lote. O edital estabelece taxas extras a serem pagas por quem arrematar. Além do valor do lance, é cobrada comissão de 5% à leiloeira e uma despesa administrativa por lote, que varia conforme a faixa do lance. Um item arrematado por R$ 1.000, por exemplo, custa na prática R$ 1.396 ao comprador (R$ 50 de comissão e R$ 346 de despesa administrativa). O pagamento deve ser feito via Pix (QR Code) ou com créditos concedidos pela Kwara (veja como funciona com a empresa) em até um dia útil após a aprovação da oferta. Quem não pagar é considerado desistente e fica sujeito a multa equivalente a 5% (comissão) mais 30% do valor da arrematação, além de ter o cadastro bloqueado na plataforma e poder ser processado ou negativado. A retirada só é liberada após a confirmação da Kwara, mediante apresentação da nota de venda. Ela deve ocorrer nas datas e horários indicados em cada lote, com agendamento prévio quando exigido. Não é permitida a retirada parcial e o comprador arca com mão de obra, desmontagem, transporte e impostos. Também deve levar veículo, equipe e ferramentas adequados para levar tudo de uma vez.

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