Den�ncias de ass�dio eleitoral nos primeiros dias de setembro j� superam as do mesmo m�s em 2022

Den�ncias de ass�dio eleitoral nos primeiros dias de setembro j� superam as do mesmo m�s em 2022

O período foi marcado por relatos de patrões chantageando funcionários a votar no então presidente com promessas de pernil, folga, bônus de R$ 200, 14° e 15° salário ou ameaças de demissão, caso Lula ganhasse. A participação de prefeitos levou inclusive o PT a criar um dique-denúncia em Minas Gerais. Desde o começo do ano, o MPT recebeu 376 denúncias, contra 85 de janeiro a setembro de 2022. São Paulo lidera o ranking com 45 acusações, seguido por Rio de Janeiro com 44, Minas Gerais com 32 e Goiás com 21. Pará, Paraná e Pernambuco aparecem na sequência, com 18 relatos em cada. O TST (Tribunal Superior do Trabalho) define assédio eleitoral como toda forma de pressão, ameaça, constrangimento, intimidação ou promessa de benefício para influenciar o voto, a posição política ou a participação eleitoral no ambiente de trabalho. O MPT acredita que o número está significativamente maior neste ano também graças à maior conscientização dos eleitores sobre a prática. No começo de agosto, MPT, TST e TSE (Tribunal Superior Eleitoral) lançaram a campanha "No meu voto mando eu". As denúncias podem ser feitas às três instituições, inclusive online, e às ouvidorias dos Tribunais Regionais do Trabalho. LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.

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