Augusto Cury nega ter manipulado redes e fala em 'revolu��o silenciosa' ap�s subir em pesquisa

Augusto Cury nega ter manipulado redes e fala em 'revolu��o silenciosa' ap�s subir em pesquisa

O candidato à Presidência pelo Avante, Augusto Cury, afirmou que está alegre com o resultado da pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (31), mas acrescentou que segue "preocupado com o Brasil em 2027". "Todo mundo me ligando, todo mundo me cumprimentando. Mas, honestamente dizendo, eu recebi com muita humildade. Porque o problema não é perder a Presidência da República, o problema é ganhar a Presidência e pacificar esta nação", afirmou ele, durante agenda no Sebrae, em Curitiba. "Eu não estou atrás de poder. Não é cargo. As pessoas perguntam se estou eufórico. Não, eu estou alegre, mas preocupado, precisamos pensar no Brasil em 2027", continuou. O candidato alcançou 11% das intenções de voto no primeiro turno, avançando nove pontos percentuais em relação ao último levantamento, quando aparecia com 2%. Questionado pela imprensa sobre as afirmações de partidos que apontam crescimento artificial de sua candidatura nas redes sociais, Cury afirmou que "eles que investiguem" e negou a utilização de robôs e contratos com influenciadores. "Nós investimentos em torno de R$ 50 mil. Não tem história de robô. Na verdade, são milhões de pessoas que acreditam na pacificação e estão cansadas desta polarização insana", respondeu ele. "O que aconteceu foi uma revolução totalmente silenciosa a partir do primeiro debate." Sobre os 2 milhões de seguidores que ganhou, Cury afirmou que se trata de "um movimento nunca visto". "As pessoas estão vendo sinceridades nas nossas propostas.""Algumas pessoas disseram que a pesquisa revela uma revolução na divulgação de um projeto talvez nunca visto. Disseram que nem na época de Barack Obama, na época de Bolsonaro. E foi um movimento completamente espontâneo. Porque nós investimos R$ 50 mil nas redes sociais nas últimas semanas, enquanto os adversários investiram dezenas de milhões de reais", afirmou ele. O candidato também afirmou que "os problemas desse país não têm cor partidária" e defendeu unir "o melhor da direita e o melhor da esquerda". "Por favor, não me enquadrem num partido, numa ideologia. Na verdade, vou fazer uma brincadeira aqui. Nem picanha, que não veio, e nem fuzil. Eu quero é o Brasil. Quero ganhar o seu coração, mais do que pedir voto."

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