Alface lidera em S�o Paulo, e mandioca, no Rio; veja produ��o agr�cola nas duas capitais

Alface lidera em S�o Paulo, e mandioca, no Rio; veja produ��o agr�cola nas duas capitais

Rio de Janeiro A agricultura está presente em São Paulo e no Rio de Janeiro, embora não seja uma das principais marcas das duas cidades mais populosas do Brasil. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indicam que a atividade agrícola gerou R$ 231,8 milhões em valor de produção na capital paulista em 2025. No Rio, a cifra foi menor: R$ 52,7 milhões. Os números integram a nova edição da pesquisa PAM (Produção Agrícola Municipal), divulgada nesta quinta-feira (17). Pessoas trabalham em uma plantação de hortaliças em Parelheiros, no extremo sul da cidade de São Paulo - Raquel Franco - 19.mai.25/Folhapress As duas metrópoles estão distantes das potências do setor. Em 2025, 992 municípios tiveram valor de produção agrícola superior ao de São Paulo, enquanto 2.525 superaram o Rio. A quantia obtida pela capital paulista representou apenas 0,03% do total do Brasil (R$ 927,2 bilhões). A participação carioca foi de 0,006%. Sapezal (MT) liderou o ranking nacional. No ano passado, a produção agrícola gerou R$ 8,6 bilhões para a cidade mato-grossense (0,9% do país). O algodão é o carro-chefe das lavouras locais. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisõesEm São Paulo, a principal mercadoria agrícola é a alface. Somou R$ 188,3 milhões em 2025, o equivalente a 81,2% do total na capital paulista. Chuchu (R$ 30,5 milhões), repolho (R$ 5,8 milhões) e banana (R$ 1,7 milhão) apareceram na sequência. No Rio, o destaque ficou com a mandioca, que movimentou R$ 32,5 milhões no ano passado (61,7% do total). Coco-da-baía (R$ 7,6 milhões), tradicional nas praias cariocas, veio depois, seguido por chuchu (R$ 5,3 milhões) e banana (R$ 4,7 milhões). Conforme a pesquisa do IBGE, os valores são obtidos a partir da multiplicação da produção pelo preço médio de cada item investigado. A PAM reúne informações desde 1974. Em São Paulo, há registros de pequenos agricultores em regiões como Parelheiros, distrito do extremo sul da cidade. No Rio, a atividade está presente em locais como Santa Cruz, bairro da zona oeste.

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