'Agora falta quebrar os sigilos de todos os envolvidos', diz leitora sobre decis�o de Fachin

'Agora falta quebrar os sigilos de todos os envolvidos', diz leitora sobre decis�o de Fachin

Divergências no STF "Fachin suspende decisões de Dino e Mendonça sobre chefia da PF e investigações sobre ministros" (Política, 9/9). Creio que a sessão plenária porá as coisas em seus lugares, separando fato de boato. Não fosse a revelação de que Mendonça também se encontrou com Vorcaro, a narrativa seria outra. Parabéns a toda a imprensa. Jhonatan Coelho (Matão, SP) Parabéns ao ministro Flávio Dino, que implodiu a tentativa de interferência do ministro André Mendonça na PF e obrigou o lento Fachin a anular a decisão manifestamente inconstitucional. Agora falta quebrar os sigilos de todos os envolvidos, de Moraes a Mendonça. Maria F. Luporini (Campinas, SP) A corrupção sempre vence ("Dino reintegra Andrei Rodrigues ao comando da PF", Política, 9/9). . Lenise de Souza Ferreira (Joinville, SC) Não há santo nessa história. No entanto, a ordem final do despacho de Mendonça paralisava todas as investigações da Polícia Federal envolvendo juiz, membro do Ministério Público e gente da própria PF. E quem fala em ditadura do Judiciário aplaudindo! Rafael D. E. Nunes (Brasília, DF) Que se cumpra a lei com o processo legal e suas garantias. Luciano Serafini (Ribeirão Preto, SP) Democracia "Em eleição com menos jovens, 70+ tem maior interesse em política e prefere Lula, mostra Datafolha" (Política, 8/9). Idosos votando em Lula? Foram prejudicados a vida toda e ainda acreditam em contos de fadas! Felipe Ribeiro (Curitiba, PR) Passamos por diversas fases da vida pública brasileira. Conhecemos seu momento mais duro, a ditadura. Sabemos distinguir entre um democrata e um fascista. Não temos mais tempo a perder. Terezinha Rachid Ozorio da Fonseca (Bom Jardim de Minas, MG) Quem viveu a ditadura sabe os males do regime, em que violência é norma e corrupção vira regra. Apenas uma minoria privilegiada se beneficia. A sociedade que não aprende com o passado é fadada ao fracasso. A ascensão desses regimes torna o mundo mais inseguro, e agora, com armas nucleares, propenso à extinção. Roberto Ken Nakayama (São Paulo, SP) Extrema direita no mundo "Com AfD no poder, Alemanha entra em território desconhecido, diz professor de história alemã" (Mundo, 8/9). A entrevista traz algo que me parece basilar: o nazifascismo moderno não é mais como o de 100 anos atrás. Ele vem sob nova roupagem e com atrativos no sentido de fazer a comunidade se abraçar, como num jogo de futebol. Um populismo que tende a irradiar para longe rapidamente. Milton B. Cordeiro (Belém, PA) Eleições 2026 "Flávio explora crise no STF com leviandade e cinismo" (Editorial, 8/9). Sim, é verdade, Flávio Bolsonaro realmente age assim. E Lula faz exatamente o mesmo, explorando cinicamente quaisquer chances de angariar votos, usando a máquina estatal para isso. Carlos Lara (Sorocaba, SP) Parabéns, Folha! Um posicionamento coerente e necessário! Madeleine Monica Athanazio (Rio de Janeiro, RJ) A imprensa não pode continuar sendo omissa e irresponsável como vem acontecendo. Para fazer bom jornalismo se pressupõe que a democracia seja essencial. Cabe a ela informar e formar opiniões, mostrando os perigos que certas candidaturas trazem ao processo democrático. Combater o cinismo e denunciar práticas levianas é uma obrigação. É o que se espera da imprensa, sob o risco de vermos os extremistas, levianos e cínicos, ascendendo aqui e no mundo. Mario D. Pelissaro (Atibaia, SP) Dias melhores "Escolas ribeirinhas de cidade do Amazonas ganham banheiros e estrutura sustentável" (Educação, 9/9). O verdadeiro caminho de emancipação das populações é investir pesadamente na educação. Esse empresário é formidável exemplo de cidadania. E o poder público municipal está correto em apoiar o projeto. Emanoel T. Costa (São Paulo, SP) Eis aí uma notícia que vale a pena. Que inspire outras iniciativas no ambiente escolar, onde sonhos e realizações continuam a florescer apesar de tudo. Fabiana Menezes (Belo Horizonte, MG) Sistemas sobre-humanos "Pesquisador que deixou OpenAI e Anthropic diz que empresas acreditam no fim da humanidade nesta década" (Tec, 9/9). Definitivamente os avanços são muito mais rápidos do que nossa capacidade de ajustá-los aos interesses humanos, bem como de impor limites e regras. Acabar com a humanidade pode ser um caminho do algoritmo. Rafael Gallina Delatorre (Joinville, SC) Como essa superinteligência faria isso? Falar em fim da humanidade me parece apelativo. Patricia Ferreira (São José dos Campos, SP) É só puxar a tomada. Mal temos eletricidade para abastecer os data centers atuais. Antes de nos matar, essas inteligências terão que criar energia a partir do nada. Luís Santana (Brasília, DF)

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